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17 de janeiro de 2011

Mais uma saga de Romance histórico na estante

Chegou hoje o último livro, da série "Série Vikings e Saxões", que demorou mais um bocado a chegar do que os seus irmãos pois estava esgotado.
O Cornwell começa a ter uma forte presença na minha estante.
E sim Fiacha estou a ficar obcecado com o romance histórico


Sinopse:

Este é o primeiro volume de uma saga situada na Inglaterra medieval numa época anterior À unificação dos quatro reinos anglo-saxões de Northumbria, East Anglia, Mércia e Wessex. Debilitada pela guerra civil, a Northumbria é invadida pelos intrépidos Dinamarqueses, e Uthred, o herdeiro por direito do condado de Bebbanburg, é capturado pelo inimigo. Educado como viking por Ragnar, o Terrível, a quem ama como um pai, Uthred revela-se, no entanto, incapaz de sufocar o desejo de reivindicar o que lhe é devido por nascimento. Combatendo como um Dinamarquês, mas ciente de que o seu destino o empurra irrevogavelmente para outros caminhos, não deixa escapar a oportunidade de servir Alfredo, rei de Wessex, após o assassínio de Ragnar, vítima de uma terrível conspiração levada a cabo pelo seu conterrâneo Kjartan...


Sinopse:

O Cavaleiro da Morte revela a história da formação da Inglaterra e baseia-se em factos reais. É uma poderosa história de traição, romance e luta que se desenrola numa Inglaterra de convulsões, sublevações e glória.
Uthred, nascido na Nortúmbria, criado como viking e casado com uma saxã, é já uma figura e um guerreiro formidável. Contudo, aos vinte anos, continua a ser um pagão arrogante e teimoso, e um aliado pouco confortável para o sensato e pio Alfredo. Mas os dois, juntamente com a família de Alfredo e uns poucos companheiros de Uthred, parecem ser tudo o que resta da liderança do Wessex depois de uma trégua desastrosa.
São tempos terríveis para os saxões. Derrotado em toda a linha pelos vikings, que agora ocupam a maior parte de Inglaterra, Alfredo e os que sobreviveram entre os seus seguidores procuram refúgio em Athelney, a região pantanosa a que ficou reduzido o reino de Alfredo. Aí, encobertos pela neblina dos pauis, viajam em pequenos barcos entre as ilhas na esperança de se reagruparem, de encontrarem mais apoio e de fazerem crescer a sua força.
Uthred continua a acalentar a ideia de se juntar ao seu irmão adoptivo dinamarquês e aos vitoriosos vikings. Mas ganha um crescente respeito pela liderança teimosa de Alfredo, para quem o apoio de Uthred é essencial, se quiser reunir de novo uma força saxã capaz de entrar em combate com o inimigo.
O Cavaleiro da Morte é uma fantástica história de lealdades divididas e de heroísmo desesperado, com uma maravilhosa diversidade de personagens, de vikings a reis britânicos nas suas fortalezas, de fervorosos padres com inclinações políticas a resistentes pescadores e camponeses que lutam pela sobrevivência enquanto a batalha os engole. Uthred e Alfredo, vikings e saxões, constituem uma combinação vencedora em Bernard Cornwell.


Sinopse:

Bernard Cornwell, autor das aclamadas séries "O Senhor da Guerra", "Em Demanda da Relíquia" e "Richard Sharpe" dedicada à Guerra Peninsular que relata o empenho dos exércitos ingleses, portugueses e espanhóis de contrariar a determinação de Napoleão de conquistar Portugal e Espanha, é um mestre consumado na arte de narrar conflitos bélicos. Cornwell merece idêntico louvor pela sua cativante subtileza narrativa e pela autenticidade do seu rigor histórico.
Este é o terceiro volume de uma saga situada na Inglaterra medieval. Corre o ano de 878, e o Wessex está livre de vikings. Uhtred, o filho expropriado de um senhor da Nortúmbria, ajudou Alfredo a obter a vitória, mas, no início de Senhores do Norte, sente-se desgostado com a falta de generosidade de Alfredo e repelido pela insistente piedade do rei. Parte do Wessex, com destino ao Norte, em busca de vingança pela morte do pai adoptivo e para salvar a irmã adoptiva, capturada no ataque que matou o primeiro. Para tal, precisa de encontrar o seu velho inimigo, Kjartan, um lorde dinamarquês renegado que se esconde na formidável fortaleza de Dunholm.
Uhtred chega ao Norte para se deparar com a rebelião, o caos e o medo. A sua única aliada é Hild, uma freira saxã ocidental em fuga à vocação, e a sua maior esperança reside na sua própria espada, com a qual construiu uma reputação formidável enquanto guerreiro. Precisará do auxílio de outros guerreiros para atacar Dunholm e encontrar Guthred, um escravo que acredita ser rei.
Se quiser governar a Nortúmbria, Guthred precisará de Uhtred e de Ragnar, o irmão jurado de Uhtred. No entanto, Guthred é fraco e dado à traição. Uhtred acaba por se ver escravo numa viagem à Islândia. O seu salvamento é o resultado de uma aliança improvável entre os seus amigos e inimigos. No final, é Alfredo, o Grande, que percebe a vantagem no desespero da Nortúmbria e coloca Uhtred e Ragnar a caminho de Dunholm, a fortaleza invencível, no seu grande pico rochoso do bárbaro Norte.



Sinopse:

A Canção da Espada conta-nos a história da formação de Inglaterra e, como todos os romances anteriores de Bernard Cornwell, baseia-se em eventos reais. É uma história envolvente de amor, enganos e violência, que se desenrola numa Inglaterra de tremenda agitação e conflito, contudo galvanizada por uma réstia de esperança de que Alfredo, o grande rei do Wessex, possa revelar-se uma força duradoura. Uhtred, o seu maior guerreiro, tornou-se a sua espada, um homem temido e respeitado em todo o território, o seu Senhor da Guerra.
Corre o ano de 885 e a Inglaterra está em paz, dividida nos reinos dinamarquês, a norte e saxão do Wessex, a sul. Uhtred, o filho despojado de um senhor da Nortúmbria, guerreiro por instinto, viking por natureza, parece ter assentado. Possui terras, tem uma esposa, dois filhos e um dever que lhe foi atribuído por Alfredo — defender a fronteira do Tamisa. Mas os problemas espreitam; um homem voltou dos mortos e novos vikings chegaram para ocupar Londres. O seu sonho é a conquista do Wessex, e para o realizarem necessitam da ajuda de Uhtred.
Alfredo tem ideias diferentes. Quer que Uhtred expulse os saqueadores vikings de Londres. São tempos perigosos e Uhtred tem de decidir quanto o seu juramento o prende ao rei. E formam-se mais nuvens de tempestade. Æthelflæd — a filha de Alfredo — casou, mas uma cruel partida do destino faz com a sua própria existência se torne uma ameaça ao reino do pai. E será a lealdade incerta de Uhtred, meio saxão e meio dinamarquês, a decidir todo o futuro de Inglaterra.




Sinopse:

Terra em Chamas continua a história da formação de Inglaterra. É uma história envolvente que se desenrola numa Inglaterra de tremenda agitação e conflitos e Uhtred, o seu maior guerreiro, é um homem temido e respeitado em todo o território, o Senhor da Guerra. Os últimos anos do velho século foram tempos perigosos para a Inglaterra. Alfredo do Wessex, homem de muitas vitórias, tem uma saúde débil, o seu sucessor é um jovem sem provas dadas e os vikings, que tantas vezes fracassaram na conquista do Wessex, aproveitam a oportunidade para atacar.

2 de janeiro de 2011

Opinião - "Agincourt"




Sinopse:
Reza a lenda que foi na batalha de Agincourt, em 1415, que surgiu o símbolo do V da Vitória, feito com os dedos indicador e médio. Durante o combate, os franceses ameaçaram cortar os dois dedos dos arqueiros ingleses para que os rivais não pudessem voltar a usar os arcos. Após derrotarem o exército francês, três vezes maior, os ingleses deram a resposta, erguendo os seus dedos intactos.

Agincourt é a história de Nicholas Hook, um arqueiro que começa o livro alistando-se na guarnição de Soissons, uma cidade cujos santos padroeiros eram São Crispim e São Crispiniano. 
O que aconteceu em Soissons chocou toda a Cristandade, mas no ano seguinte, Hook faz parte daquele pequeno exército encurralado em Agincourt. Numa das mais dramáticas vitórias da História, a Batalha de Agincourt, imortalizada por Shakespeare em Henrique V, as deficientemente armadas forças de Inglaterra defrontaram e impuseram uma derrota ao muito superior exército francês, decidido a conservar a coroa longe das mãos inglesas. Aqui, Bernard Cornwell ressuscita a lenda da batalha e do «bando dos irmãos» que combateram no dia 25 de Outubro de 1415.

Opinião:

Agincourt foi o quarto livro que li deste autor e só posso dizer que adoro as suas descrições das batalhas que são muito realistas, bem fundamentadas e bastante sangrentas e gráficas. A meu ver Cornwell é sem duvida um dos mestres da literatura.


Neste livro levamos a uma batalha muito famosa da Guerra dos Cem Anos, que opôs a 
Inglaterra a França. O Rei Henrique V, acha que ele era o verdadeiro soberano do trono 
francês e por isso tenta conquista a força o que acha ser o seu por divino direito. 


Neste livro seguimos a vida do jovem arqueiro Nick Hook. Nick sempre foi um rapaz 
problemático e aos 17 anos tenta assassinar Tom Perril que se tornou seu inimigo por 
causa de uma disputa que ocorreu entre as suas famílias que ocorreu a duas gerações
atrás. Mas como Tom não consegue provar que fui o Nick ele consegue manter-se na vila.  Algum tempo depois são chamados pelo rei para se dirigirem a Londres. Quando chega lá Nick percebe que foram chamados para perseguirem e queimaram vivos lolardos, pessoas consideradas hereges pela Igreja por causa de uma diferente interpretação da bíblia. 

Ai um padre chamado de Sir Martin tenta violar uma jovem mas Tom tenta protege-lha 
e agride o padre mas a tentativa e infrutífera, e para fugir ao enforcamento junta-se as forças de Sir John Cornwaille que se preparam para invadir França.


Depois de já ter lido a saga "A Demanda do Graal", que também é da Guerra dos Cem Anos, e a sua personagem principal é também um arqueiro, foi com muito prazer que li outro excelente livro deste excelente autor que figura entre os meus favoritos. E do qual ainda quero ler mais uns livros. 

Com batalhas magistralmente descritas, factos históricos bem apurados e uma mescla entre personagens fictícias e muitas verídicas, este senhor é sem dúvida para se ler lido por todos os apaixonados pelos livros e se tiverem um gosto especial pela Idade Média não podem mesmo perder este livro.


Classificação: 9-10

30 de dezembro de 2010

Ultima aquisição de 2010




Sinopse:
Reza a lenda que foi na batalha de Agincourt, em 1415, que surgiu o símbolo do V da Vitória,
feito com os dedos indicador e médio. Durante o combate, os franceses ameaçaram cortar
os dois dedos dos arqueiros ingleses para que os rivais não pudessem voltar a usar os
arcos. Após derrotarem o exército francês, três vezes maior, os ingleses deram a resposta,
erguendo os seus dedos intactos.

Agincourt é a história de Nicholas Hook, um arqueiro que começa o livro alistando-se na
guarnição de Soissons, uma cidade cujos santos padroeiros eram São Crispim e São
Crispiniano.
O que aconteceu em Soissons chocou toda a Cristandade, mas no ano seguinte, Hook faz
parte daquele pequeno exército encurralado em Agincourt. Numa das mais dramáticas
vitórias da História, a Batalha de Agincourt, imortalizada por Shakespeare em Henrique V,
as deficientemente armadas forças de Inglaterra defrontaram e impuseram uma derrota ao
muito superior exército francês, decidido a conservar a coroa longe das mãos inglesas.
Aqui, Bernard Cornwell ressuscita a lenda da batalha e do «bando dos irmãos» que
combateram no dia 25 de Outubro de 1415.

12 de agosto de 2010

Opinião - "Harlequin"



Sinopse:

A RELÍQUIA era a lança que São Jorge usara para matar o dragão. Era a lança de Inglaterra, pois São Jorge era o santo dessas paragens.

Cornwell transportou os seus talentos de contador de histórias para outro momento grandioso da história de Inglaterra: a Guerra dos Cem Anos, entre a Inglaterra e a França, por todo o século XIV.

É a crónica das aventuras do jovem Thomas de Hookton, um hellequin, nome dado aos arqueiros ingleses que atravessavam o Canal para invadir cidades e campos. Quando a sua aldeia é saqueada, escapa-se à ambição paterna de que fosse padre e torna-se arqueiro do exército do rei Eduardo III. Este e o filho, o Príncipe Negro, dirigem-se a França com uma enorme força de cavaleiros e homens-de-armas conduzida pelos grandes senhores. Porém, são os arqueiros, homens do povo, que decidem o êxito ou o fracasso da invasão.
Thomas, tendo esquecido a sua antiga vida e anteriores promessas, goza a vida de um exército em guerra e, mesmo entre os combatentes, torna-se conhecido pela sua valentia e intrépida habilidade. Apaixona-se por uma viúva bretã do lado inimigo, pertencente a uma classe diferente e a sua paixão transforma-o num fugitivo, perseguido, ao mesmo tempo, por franceses e ingleses.

Opinião:

Este livro fui a minha estreia num novo género, o Romance Histórico.
E do qual só posso dizer que gostei muito, deste género.

Esta trilogia está situada numa das alturas mais negras da história, a Guerra dos Cem Anos (1337-1453), uma guerra que envolveu a França e a Inglaterra.
A acção do tem uma mistura de factos verídicos com outros não verídicos, e tem umas excelentes descrições das principais batalhas ocorridas no inicio da Guerra.

O personagem principal é o Thomas de Hookton, um jovem rapaz que é um filho bastardo de um padre. Thomas sempre sonhou ser um arqueiro ao serviço do exército da Inglaterra.

Um dia a pequena vila de Hookton é atacada por piratas franceses liderados por um misterioso homem que se intitula Harlequin, que ataca a vila só para roubar uma lança que dizem ser a lança que São Jorge usou para matar o dragão e que estava na igreja da vila.

Depois de ver a sua vila saqueada Thomas junta-se ao exército inglês para tentar encontrar o misterioso atacante da sua terra natal, e para cumprir a promessa que fez ao seu pai.

Eu gostei muito do livro, com as descrições fantásticas das batalhas e personagens boas como o Thomas, o Will Skeat, a Jeanette entre outros.

Eu só posso dizer que gosto bastante deste livro, e que irei seguir com mais atenção este género literário e em especial Bernard Cornwell.

Classificação: 8-10