13 de março de 2012
Opinião - A Juventude de Mandela
O herói já você conhece. Agora venha descobrir o rapaz que destruía corações e a quem chamavam de terrorista.
Nelson Mandela é um dos maiores símbolos do mundo, universalmente reconhecido como um líder que representa autoridade moral. Muitos mitos foram criados em seu torno como o herói perfeito da liberdade. Mas como terão os primeiros anos de vida moldado o seu percurso pessoal e político e os triunfos que consagrariam o seu nome? Este livro desvenda o mito e parte em busca do homem que as pessoas se esqueceram ou nunca conheceram - o jovem Mandela, o lutador pela liberdade, o inimigo "terrorista" de uma África do Sul racista e dominada pela supremacia branca, e que abandonou mulher e filhos para se tornar num fugitivo. Os feitos históricos de Mandela custaram-lhe um preço elevado - esta biografia descreve a devastação emocional que o líder deixou no seu rasto. Após uma pesquisa meticulosa, o autor descobre detalhes surpreendentes, por vezes chocantes, que irão aumentar a nossa compreensão sobre este líder venerado. Santificado, celebrizado, descobre-se que Mandela é afinal uma figura humana. Com um acesso único a documentos e pessoas, culminando num encontro com o próprio Nelson Mandela, o jornalista David James Smith escreveu a mais importante contribuição para compreendermos melhor este ícone global.
Opinião:
Pela primeira vez desisti de um livro a meio da sua leitura. Este livro que retrata a juventude e tenta desmitificar Mandela, que tem a fama de ser um homem sem defeitos, não me conseguiu cativar e irá voltar a estante onde qualquer dia no futuro poderei voltar a tentar a sua leitura.
Um dos principais factores que não me levaram a desistir da leitura foi o facto de a história estar escrita quase de forma igual a um artigo de jornal e também de não seguir a ordem cronológica dos acontecimentos.
Mas nos 9 capítulos que li deu para perceber mais da luta que o Mandela teve contra o Apartheid, da sua relação com a sua família, que em muitos momentos é tempestuosa.
Avaliação: 4-10
12 de março de 2012
Aquisições de Março
Quando John Carter da Virgínia, perseguido por um grupo sanguinário de Apaches, se refugia numa caverna do Arizona, acaba por abrir as portas de um universo de ação e aventuras sem igual. Subitamente transportado para um Marte habitado por exóticas princesas, temíveis guerreiros e as mais ferozes feras que a imaginação pode conceber, Carter dispõe apenas da sua honra e coragem para sobreviver num planeta decadente e hostil.
Em John Carter, Edgar Rice Burroughs, criador do imortal Tarzan, constrói um mito da era moderna que marcou de forma indelével gerações de leitores e influenciou as obras de incontáveis criadores. Publicado agora pela primeira vez em Portugal numa edição comemorativa do seu centenário, com introdução contextualizada do crítico literário João Seixas, é a oportunidade única de conhecer pela primeira vez um clássico intemporal.
O Ciclo de Terramar é uma admirável tetralogia, por muitos comparada a clássicos como «Narnia» de C.S. Lewis ou «O Senhor dos Anéis» de J.R.R. Tolkien. Esta magnífica saga, que se tornou numa obra de referência no vastíssimo percurso literário desta escritora norte-americana, tem início com «O Feiticeiro e a Sombra». O universo de Terramar, simultaneamente tão semelhante e diferente do nosso, é, sem dúvida, uma das maiores criações da literatura fantástica, e o poder misterioso e mágico que emana da narrativa, a sensibilidade que ilumina os momentos de profunda sabedoria, a intensidade das personagens, o estilo elegante e cristalino conquistam-nos de imediato e rapidamente nos arrebata para os meandros dos seus reinos imaginários.
Da fantástica trilogia O Ciclo de Terramar já com dois livros publicados,O Feiticeiro e a Sombra e o Os Túmulos de Atuan, sai agora o terceiro volume A Praia Mais Longínqua. Neste livro, Gued, o jovem feiticeiro, tem a difícil missão de descobrir o que está por trás do terrível acontecimento que está a secar a magia e a retirar poderes à feitiçaria. Para recuperar a magia perdida, Gued viaja até ao reino dos mortos, onde num cenário de suspense e intriga, a acção se desenrola.
Esta é mais uma história arrebatadora da consagrada Ursula K. Le Guin.
Os mais novos que certamente acompanham esta série não podem perder este volume, já com milhares de exemplares vendidos em todo o mundo
Esta é mais uma história arrebatadora da consagrada Ursula K. Le Guin.
Os mais novos que certamente acompanham esta série não podem perder este volume, já com milhares de exemplares vendidos em todo o mundo
A tetralogia O Ciclo de Terramar fica agora completa com Tehanu - O Nome da Estrela, o último livro de Ursula K. Le Guin, uma especialista em literatura fantástica, aclamada internacionalmente. Com esta saga, que já vendeu milhões de cópias no mundo inteiro, Le Guin confirma-se como uma referência na arte de cozinhar a popular receita mágica com os seus incontornáveis ingredientes: arquimagos, dragões, poderes mirabolantes e estranhas personagens. Este Ciclo, tantas vezes comparado a clássicos como O Senhor dos Anéis, de J.R.R. Tolkien, traz à fantasia e à ficção científica um excelente sopro de qualidade e originalidade, neste género tão apreciado pelos mais novos.
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8 de março de 2012
Tour do George R.R. Martin em Portugal
Já foi divulgado a agenda da tour que o George R.R. Martin irá fazer à Portugal em Abril.
No dia 18 de Abril às 18h30, haverá a apresentação do livro "O Cavaleiro de Westeros" no Teatro Villaret, Lisboa.
No dia 19, haverá a ante-estreia do primeiro episódio da segunda temporada do "Game of Thrones".
No dia 20 às 19 horas, o autor irá fazer uma sessão de autógrafos na Fnac do Norteshopping.
É ainda de referir que o Martin só irá autografar livros da Saída de Emergência.
Quem irá ver o Martin?
3 de março de 2012
Um mapa de Westeros e Essos
![]() |
| mapa feito por scrollsofaryavart |
Para ver este mapa e mais desenhos do artista, use este link.
29 de fevereiro de 2012
Opinião - Rios de Prata
O elfo mais misterioso da fantasia está de volta.
Drizzt do'Urden está de volta.
O temível elfo negro Drizzt do'Urden, o anão Bruenor, o bárbaro Wulfgar e o halfling Regis, iniciam uma demanda por Mithrall Hall, o lar dos antepassados de Bruenor.
O temível elfo negro Drizzt do'Urden, o anão Bruenor, o bárbaro Wulfgar e o halfling Regis, iniciam uma demanda por Mithrall Hall, o lar dos antepassados de Bruenor.
E à medida que os companheiros prosseguem o seu caminho, enfrentam novos desafios: Wulfgar começa a ultrapassar a aversão da sua tribo à magia, Regis está em fuga de um assassino implacável, o temível Artemis Enteri. E todos os sonhos de Bruenor em resgatar a sua antiga pátria dependem de uma rapariga corajosa. Mas é Drizzt quem enfrenta o maior teste. Cansado da desconfiança e discriminação dos habitantes da superfície, pensa em regressar ao submundo tenebroso que o viu nascer e que abandonara anos antes.
Conseguirá o elfo negro ser aceite pelo mundo da superfície ou regressará às suas tão temidas origens?
Opinião:
Este é o segundo livro da Trilogia das Planícies Geladas que se iniciou com o Fragmento de Cristal (clique para ler a minha opinião). Enquanto que no Fragmento o enredo em mais sobre o Wulfgar, neste centra-se mais no Bruenor e na antiga casa do clã Battlehammer que se chama de Mithrall Hall.
Mithrall Hall é nome que ja faz parte das lendas. Era uma cidade mineira governada pelos Battlehammer e muito rica em Mithrall (metal valioso similar a prata) e devido a sua riqueza a sua localização foi sempre mantida em segredo.
Drizzt, Wulfgar e Regis vão com Bruenor na sua demanda em procura do seu lar ancestral. E pelo caminho encontraram vários obstáculos e perigosos inimigos.
Drizzt assume neste livro um papel mais secundário, mas mesmo assim é uma peça fundamental na demanda de Bruenor.
Bruenor é a personagem que sofre um maior destaque devido ser sua a demanda. Este pequeno anão é um "tipo" bem rijo e que nunca desiste dos seus objectivos.
Wulfgar foi a personagem que sofreu a maior evolução. Ele tornou-se num guerreiro de expecional força e habilidade. E mesmo apesar da sua juventude os seus amigos já lhe vão dando a liderança.
Regis só se juntou a demanda para fugir do terrível Atermis Enteri, um assassino que o procura há vários anos devido ao roubo do rubi mágico. E com isso coloca os seus amigos sobre perigo.
Os livros do R.A. Salvatore não são nenhuma obra de arte, tem um enredo demasiado básico, a acção das cenas de luta são muitos parecidas com um jogo de computador onde os "bons" ganham sempre. E são claramente escritas para os leitores mais jovens. Mas mesmo apesar disto tudo são uma optima forma de passarem a ler um livro com uma escrita simples e leve.
Este livro foi melhor do que o primeiro da trilogia devido a ter um enredo mais elaborado e cuidado.
Avaliação: 7-10
21 de fevereiro de 2012
Opinião - Acácia - Presságios de Inverno
Um rei assassinado pelo seu mais antigo inimigo.
Um império dominado por um povo austero e intolerante.
Quatro príncipes exilados determinados a cumprir um destino.
Recuperar o trono de Acácia poderá ter
consequências devastadoras.
Há muito que o Reino de Acácia deixou de ser governado em paz a partir de uma ilha Idílica por um rei pacificador e pela dinastia Akaran. O cruel assassinato do rei trouxe muitas mudanças e grande sofrimento. Com a conquista do Trono do Mundo Conhecido por parte de Hanish Mein, os filhos de Leodan Akaran são forçados a refugiarem-se em zonas longínquas que desconhecem. Sem tempo para fazer o luto pelo seu pai, os jovens príncipes são separados e jogados à sua sorte num mundo cada vez mais hostil. E é entre piratas, deuses lendários, povos guerreiros e espíritos de feiticeiros que encontram a sua força e a sua verdadeira essência. Entretanto, Hanish continua empenhado na sua missão de libertar os seus antepassados e finalmente entregar-lhes a paz depois da morte. Mas para isso, os Tunishnevre precisam de derramar o sangue dos príncipes herdeiros... Conseguirá Hanish capturar os filhos do falecido rei Akaran? Voltarão a cruzar-se os caminhos dos quatro irmãos? Estará o coração de Corinn corrompido e rendido à paixão por Hanish ou dormirá com o inimigo apenas para planear a reconquista do Trono de Acácia? E se, de olhos postos na vitória, os herdeiros de Akaran voltarem a sofrer o mais duro dos golpes?
Opinião:
Neste livro continuamos a seguir a história da família
Akaran, que reinou o Mundo Conhecido durante 22 gerações.
Hanish Mein, que no primeiro volume conseguiu derrubar os
Akaran e tornar-se Rei, continua com a difícil missão de transportar os sarcófagos
dos Tunishnevre para Acácia para serem libertados. Ele delegou esta importante tarefa
ao seu tio Haleeven.
Uma personagem que teve uma evolução muito grande neste
livro foi a Corinn, que é refém do Hanish, mas que neste volume começa a
manipular os outros para atingir os seus objectivos.
Aliver, começa a organizar uma enorme revolta contra os Mein
para reconquistar o trono que pertenceu a sua família durante várias gerações.
Ele também parte em busca dos misteriosos Santoth, ele pensa que eles poderão
pender a balança para o seu lado.
Mena esteve durante vários anos nas ilhas Vumu, onde se tornou
na encarnação da deusa Maeben e é venerada pelos locais.
Melio, um antigo soldado marah, descobre-a lá e a seu pedido
treina-a para ser espadachim.
Dariel, passou estes longos anos nas Ilhas Distantes como o
famoso pirata Spratling e começa uma guerra contra a poderosa Liga.
Maender Mein, o irmão mais novo de Hanish, é um reconhecido
general dos Mein que durante 9 anos andou a procura dos filhos do Rei Leodan
mas nunca os conseguiu descobrir. Ele quando sabe do reaparecimento do Aliver deseja
enfrentar-lho em combate.
Esta saga é comparada com as obras do George R.R. Martin,
com alguma razão porque as personagens não são pretas ou brancas mas sim
cinzentas. Até o Hanish, que devia ser o “mau” da fita mostra-se uma personagem
que consegue mostrar compaixão e amor pelos outros.
Para mim o maior defeito deste livro foi o facto de ter sido
dividido, situação pela qual não vejo uma explicação lógica, porque um livro único
que ficaria com 650 páginas, a não ser o dinheiro. Mas a editora também devia
ter em conta as dificuldades económicas dos amantes da literatura.
Esta é sem dúvida uma saga que irei seguir com atenção.
Classificação: 9-10
15 de fevereiro de 2012
A opinião do Bruno Martins Soares sobre " As Crónicas de Gelo e Fogo"
O autor da trilogia Alex 9, Bruno Martins Soares, que na mesma usa o pseudónimo de Martin S. Braun, aceitou a proposta dar a sua opinião acerca da saga " As Crónicas de Gelo e Fogo".
Bibliografia do Bruno Martins Soares:
A caminho da frente de batalha contra os invasores, o Príncipe Dael de Brodom descansava com a sua guarda junto às margens de um lago quando um estranho fenómeno aconteceu: uma estrela despenha se no lago, e das águas emerge uma mulher quase nua que cai inconsciente nos seus braços. Será este o sinal de que uma antiga profecia se está a realizar? Sem saber porquê, a Tenente Coronel Alex 9, da 3ª Unidade de Comandos de Elite, é projectada para um planeta muito parecido com a Terra, onde uma guerra entre impérios medievais se está a travar. Aparentemente, a chegada de Alex à Segunda Terra despoletou uma miríade de consequências políticas que estão ainda longe de fazer sentido. Ao longo deste volume, repleto de batalhas com espadas e armas magnéticas, as linhas de trama começam a cruzar se e descobrimos um conflito que se prepara há séculos. Mas onde levará?
Prepara-te para batalhas épicas de espada em punho e tecnologia de ponta e mergulha numa aventura onde as respostas parecem levar a mais perguntas. Quando se saberá a verdade sobre Alex 9?
Dois planetas em diferentes etapas de desenvolvimento. Duas guerras que podem levar ao extermínio. Uma profecia desconhecida. Qual será o papel de Alex 9?
Estamos no século XXII. Alex 9 é uma órfã adotada por uma poderosa corporação e treinada para ser a mais temível arma de combate que já existiu. Envolvida numa missão da qual desconhece os contornos, é lançada para os confins do espaço e só acorda duzentos anos depois na Terra. Mas não é a nossa Terra. Este novo planeta em tudo semelhante ao nosso vive numa Idade Média onde impérios se enfrentam em sangrentas batalhas. E a chegada de Alex 9 veio baralhar tudo pois cumpre uma antiga profecia. Atacada por forças misteriosas que procuram destruí-la, a jovem também encontra aliados inesperados e, quem sabe, algo que sempre julgou não estar destinado a si. Numa saga repleta de perigos, para sobreviver Alex 9 terá de desvendar os mistérios que levaram dois mundos distantes no espaço e no tempo a embrenharem-se em guerras sangrentas. E com armas magnéticas, espadas japonesas, batalhas de naves e cargas de cavalaria a concorrerem entre si, só uma mulher como Alex 9 tem hipóteses de o fazer. Mas qual será o preço?
Opinião do Bruno sobre a saga:
1)
O que acho da saga.
É simplesmente a melhor saga que
já li. Ainda outro dia discutia o assunto com o meu barbeiro enquanto ele me
aparava os caracóis. Tal como ele, quando comecei a ler a SOIF, achei o estilo
um pouco aborrecido: lento, com muitas personagens e um enredo muito complexo.
No entanto, no final do primeiro volume já estava viciado. Quando acabei o
segundo volume numa certa noite, tive que sair desesperadamente à procura do
terceiro. Acabei por ter de visitar três livrarias e comprar o terceiro e o
quarto volume de uma vez.
Acho que é uma série de
verdadeira Literatura (para quem desvalorize o género da Fantasia). É muito bem
escrita, humana, surpreendente, imprevisível, cativante. As personagens são
realmente humanas e o enredo é muito complexo mas muito realista,
independentemente das magias e dos dragões. Estabelece uma nova fasquia no
género.
2) Qual a minha personagem preferida.
Qual de nós não está
irremediavelmente apaixonado pela Dany? Acho a sua ascensão uma fonte de
catarse constante do leitor.
Por outro lado, Jon está a
tornar-se cada vez mais interessante, e Arya está a ter um percurso
curiosíssimo.
E ainda tenho o coração partido
pelo acidente do Bran. Gosto muito da sua personagem e tenho pena que o seu caminho
esteja a demorar tanto tempo a chegar a pontos interessantes, ao contrário dos
outros.
Mas a minha personagem preferida
é o Tyrion, pois os dilemas dele são mais complexos e a sua inteligência muito
apurada mas nem sempre bem sucedida. É, talvez, o mais humano de todos. Adorava
que ele ficasse por cima no final da saga, mas vamos lá a ver. Só Deus Martin
conhece os mistérios do Inverno.
3)
Qual a que gosto menos.
Tenho ideia que Sansa ainda nos
vai surpreender, embora seja uma personagem que não me agrade grande coisa.
A Cirsei sempre me irritou um
bocado, embora seja uma personagem muito bem conseguida. É, mais uma vez, um
tributo ao talento do Martin: odeio a Cirsei porque Martin a fez odiosa. Aliás,
tenho muito esse sentimento: que certas personagens não me agradam porque
Martin quis que não me agradassem, embora isso seja suficientemente subtil para
que não pareça.
Algumas das personagens
secundárias são enervantes. Ou porque não vão a lado algum e parecem ter
importância a mais, ou porque têm traços exasperantes, como Theon Greyjoy, por
exemplo, por razões que alguns de vós saberão mas outros não.
4) Qual
a minha casa preferida.
Stark. Basta ver onde foram parar
cada um dos seus membros e perceber que todos estamos a torcer por eles.
5)
Qual o futuro da saga.
Dany
meets Jon. É a minha aposta. E Arya
meets Cersei. Sansa ficará com Tyrion. Mas Martin tem o dom de nos surpreender,
por isso provavelmente estarei errado.
14 de fevereiro de 2012
Opinião - As Trevas de Sethanon
Considerado por muitos leitores do fantástico como o melhor livro de sempre.
Os ventos do mal sopram sobre Midkemia. Legiões negras ergueram--se para esmagar O Reino das Ilhas, e escravizá-lo sob o poder de terríveis magias. A batalha final entre a Ordem e o Caos está prestes a começar nas ruínas de uma cidade chamada Sethanon. Agora Pug, o mestre conhecido por Milamber, terá à sua frente a incrível e perigosa demanda de viajar até ao amanhecer do tempo e lidar com um antigo e temível inimigo. Apenas dele dependerá o destino de mil mundos. Enquanto o Príncipe Arutha e os seus companheiros reúnem as suas hostes para a batalha final contra um ancestral e misterioso demónio, o temido necromante Macros, o Negro, libertou mais uma vez a sua magia negra. O destino dos dois mundos será decidido numa luta titânica sob as muralhas de Sethanon, quando são restaurados os laços entre Kelewan e Midkemia.
Opinião:
Este livro marca o final de uma maravilhosa saga de fantasia com toque de ficção cientifica. Uma saga que consegue misturar magos, elfos, anões, trasgos com uma invasão extra-terrestre, e que mesmo assim parece ser plausível.
O príncipe de Krondor, Arutha, tem neste livro a difícil missão de derrotar o temível e misterioso Murmandamus, que reuniu um enorme exército para atacar o Reino.
O travesso Jimmy continua a ser uma personagem genial, que reúne em si uma enorme honra e de lealdade com os seus amigos e um sentido de humor muito bom. E com as suas enormes capacidades e ambição deverá no futuro ter um papel importante no futuro de Midkemia. Nestas aventuras Jimmy terá a companhia de Locklear, filho mais novo de um pequeno senhor que foi enviado para a Corte para servir como escudeiro.
Pug, tornou-se num poderoso mago e com a ajuda de Tomas tenta descobrir a verdadeira identidade e objectivos da misteriosa entidade chamada pelos Tsurani como o Inimigo. E essa busca leva-os a estranhos sítios.
Uma personagem fundamental para se perceber a história é o Tomas e os seus flashbacks enquanto Ashen-Shugar, um poderoso Valheru ou Senhor dos Dragões.
Dois personagens importantes neste livro são o Guy du Bas-Tyra e Amos Trask, que são partes importantes na luta contra os trasgos e moredhel (elfos negros) comandados pelo Murmandamus.
O enredo é muito bem construído e coerente e com um ritmo sempre elevado. Tem também muitas batalhas extremamente bem planeadas e realistas.
Feist, consegue neste saga aliar de forma genial a fantasia histórica com a ficção científica. Sem qualquer dúvida que esta saga conseguiu conquistar um lugar especial no meu coração e fiquei extremamente feliz quando soube que a Editora Saída de Emergência vai manter a aposta neste magnifico escritor e que já em Junho irá publicar o livro "Príncipe Herdeiro", o primeiro da saga "Os Filhos de Krondor".
Avaliação: 10-10
Opinião:
Este livro marca o final de uma maravilhosa saga de fantasia com toque de ficção cientifica. Uma saga que consegue misturar magos, elfos, anões, trasgos com uma invasão extra-terrestre, e que mesmo assim parece ser plausível.
O príncipe de Krondor, Arutha, tem neste livro a difícil missão de derrotar o temível e misterioso Murmandamus, que reuniu um enorme exército para atacar o Reino.
O travesso Jimmy continua a ser uma personagem genial, que reúne em si uma enorme honra e de lealdade com os seus amigos e um sentido de humor muito bom. E com as suas enormes capacidades e ambição deverá no futuro ter um papel importante no futuro de Midkemia. Nestas aventuras Jimmy terá a companhia de Locklear, filho mais novo de um pequeno senhor que foi enviado para a Corte para servir como escudeiro.
Pug, tornou-se num poderoso mago e com a ajuda de Tomas tenta descobrir a verdadeira identidade e objectivos da misteriosa entidade chamada pelos Tsurani como o Inimigo. E essa busca leva-os a estranhos sítios.
Uma personagem fundamental para se perceber a história é o Tomas e os seus flashbacks enquanto Ashen-Shugar, um poderoso Valheru ou Senhor dos Dragões.
Dois personagens importantes neste livro são o Guy du Bas-Tyra e Amos Trask, que são partes importantes na luta contra os trasgos e moredhel (elfos negros) comandados pelo Murmandamus.
O enredo é muito bem construído e coerente e com um ritmo sempre elevado. Tem também muitas batalhas extremamente bem planeadas e realistas.
Feist, consegue neste saga aliar de forma genial a fantasia histórica com a ficção científica. Sem qualquer dúvida que esta saga conseguiu conquistar um lugar especial no meu coração e fiquei extremamente feliz quando soube que a Editora Saída de Emergência vai manter a aposta neste magnifico escritor e que já em Junho irá publicar o livro "Príncipe Herdeiro", o primeiro da saga "Os Filhos de Krondor".
Avaliação: 10-10
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