7 de março de 2014

Opinião - Em Território Pirata


As Caraíbas, 1665. Uma remota colónia da Coroa inglesa, a ilha da Jamaica resiste contra a imensa supremacia do império espanhol. Port Royal, a sua capital, é uma cidade impiedosa de tavernas, antros de jogo e casas de má fama.

Não é fácil sobreviver num clima tórrido como este. Pode-se morrer de uma simples doença - ou quem sabe da facada de um punhal. Para o capitão Charles Hunter, o ouro dos espanhóis servia para ser capturado, e a lei da terra encontrava-se nas mãos daqueles que eram suficientemente impiedosos para a imporem.

No porto, espalham-se rumores de que o galeão El Trinidad, recém-chegado de Nova Espanha, está a ser reparado num porto próximo. Pesadamente fortificado, este porto inexpugnável é guardado por Cazalla, um homem sedento de sangue, e pelo comandante preferido do próprio rei de Espanha. Com o apoio de um aliado poderoso, Hunter reúne uma tripulação de homens endurecidos para se infiltrar no avançado posto inimigo e assaltar o El Trinidad, confiscando a sua fortuna em ouro espanhol. O assalto é tão perigoso quanto as mais sangrentas lendas da ilha, e Hunter irá perder mais do que um homem antes de conseguir pôr um pé em costas estrangeiras, onde uma selva densa e o poder de fogo da infantaria espanhola o separam do tesouro…

Opinião:


Este livro da autoria de Michael Crichton, que também escreveu o Jurrasic Park, leva o leitor as idílicas ilhas das Caraíbas no ano de 1665, mas nessa época elas eram território pirata.


Eu sempre fui fascinado por piratas e pelas suas aventuras nos sete mares, e ao descobrir este livro não resisti a tentação de o ler. E devo dizer que foi um livro que muito gostei, com uma escrita simples e fluída que me levou a uma leitura rápida


Charles Hunter, capitão de uma chalupa de nome Cassandra e que vive na infame Port Royal, ouve rumores sobre um galeão de tesouro espanhol está a ser reparado num porto chamado de Matanceros. O porto dado como inexpugnável é defendido por um poderoso forte que tem uma grande guarnição de soldados e tem como comandante Cazalla, que tem uma reputação de ser muito cruel.


Este livro está recheado de acção e tem um enredo simples mas bem construído e que reserva algumas surpresas. As cenas de batalha estão bem descritas, e não são demasiado violentas o que agradará aos estômagos mais sensíveis. 


Se gostam de livros de piratas recheados de aventuras, traições, batalhas navais e humor negro este é o livro ideal. 


Avaliação: 8-10 
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