26 de julho de 2013

Opinião - The Walking Dead - A Ascenção do Governador


No universo de “The Walking Dead” (uma admirável BD agora transformada numa premiada série de TV) não há maior vilão do que o Governador. Ele é o déspota que governa a cidade isolada de Woodbury e tem doentias noções de justiça: seja a forçar prisioneiros a combater zombies na arena para divertimento dos locais, seja a destroçar violentamente aqueles que o confrontam. O Governador é um vilão que tão cedo não se esquece e a sua história é uma das mais controversas que Robert Kirkman, criador de “The Walking Dead”, alguma vez concebeu. Agora, pela primeira vez, os fãs irão descobrir como é que o Governador se tornou neste homem implacável e aquilo que o levou a tais extremos.

Opinião:

Este livro relata os acontecimentos que transformaram um homem simples no cruel e tirano Governador, que governa Woodbury.

Depois do apocalipse que transformou quase a totalidade da população humana em zombies, os sobreviventes vão forçados a viver num mundo recheado de violência e privações.  Phillip Blake juntamente com o seu irmão, filha e melhor amigo são forçados a cometer actos que nunca pensaram que seriam capazes de fazer.

O Governador que vemos na série é um homem sem escrúpulos, e é bastante interessante ler os acontecimentos que o levaram a tornar-se em tal. 

Este livro é uma leitura agradável, principalmente para os admiradores da série, que tem um ritmo elevado e muito suspense. Devo dizer que o final apanhou-me desprevenido e foi a minha parte preferida.

Avaliação: 7-10

2 comentários:

Italo S disse...

Eu tinha trocado um livro meu, por esse com um colega. Nunca o li, e vendi -qq
às vezes, eu meio que me arrependo, sei lá, poderia ter gostado. Acho que se eu ver este livro no sebo, será uma das minhas comprinhas hihi
E parabéns pelo post.

-seguindo seu blog, e curti sua page ;)
http://www.incriativos.blogspot.com.br/

Luis disse...

Olá Lars.
Arranjei este livro há pouco tempo mas ainda não tive tempo de o ler. Devo tratar disso ainda este ano e depois digo-te o que achei. para já deixaste-me curioso.

Abraço!