4 de maio de 2011

O livro que me faltava da saga



Sinopse:
A história da Roma Antiga é o tema romanceado que ao longo de, agora sete volumes nos é apresentado por Colleen McCullough. Fruto de um excepcional trabalho de pesquisa, todo o ambiente histórico, quer se trate da forma de organização política, económica ou social, ou de simples estratégias de poder, é retratado com o rigor e o talento que caracteriza uma grande autora.
Em 83 a. C., Sila regressa a Itália, impelido por uma implacável sede de vingança. A sua vitória sobre Cina e Carbão é relativamente fácil. Forçando Roma a nomeá-lo ditador, Sila persegue então milhares de pessoas que considera inimigas. Impondo um regime de terror, torna-se o senhor absoluto de Roma e crê-se um favorito da deusa Fortuna, mas, na sua vida privada, os reveses acumulam-se. Ao abandonar o governo, volta a casar com Valéria e passa os seus últimos meses de vida com esta e o actor grego Metróbio. 
Sila morre em 78 a. C., com a esperança de que a reviravolta que impôs a Roma se prolongasse no futuro. Mas jovens ambiciosos como Pompeu e Crasso sabem que, para conseguirem o poder, não se podem submeter aos limites definidos por Sila. Entre os anos de 73 a 71 a. C., a revolta dos escravos, chefiada por Espártaco, devasta a Itália. E são precisamente Pompeu e Crasso que conseguem pôr termo a essa revolta e desmantelar muito do que Sila construíra. Entretanto, um homem alguns anos mais novo do que eles começa a impor-se em Roma: Júlio César. Filho de uma mulher notável, Aurélia, César promete, desde muito novo, vir a ser uma personalidade invulgar na história de Roma. Outro vulto emerge entretanto, exibindo na advocacia, consumados dotes oratórios: Cícero. 
Quando este volume termina, Pompeu e Crasso são os dois grandes senhores políticos e militares de Roma, mas Cícero e, sobretudo, César, perfilam-se já como os nomes a ter em conta no período que se avizinha.
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