6 de março de 2013

Opinião - Dragões de um Crepúsculo de Outono


Anos após terem optado por seguir caminhos diferentes, um grupo de companheiros reencontra-se na sua terra natal apenas para descobrir que o mundo de Krynn mudou. Rumores de guerra e sombras dominam as conversas de estalagem e monstros e criaturas míticas que só existiam em lendas voltaram a ser avistados. E nenhum companheiro se atreve a confidenciar os segredos que oculta no coração e que descobriu em viagens cheias de perigo.

Até ao dia em que um encontro ocasional com uma bela mulher, que detém em seu poder um bastão de cristal, arrasta os companheiros para o caos e muda as suas vidas para sempre. Ninguém esperava que se revelassem heróis. Muito menos eles. Mas conseguirão arranjar a força, honra e coragem para enfrentar os Deuses da Luz e Trevas no momento em que a Guerra da Lança está prestes a começar?

Opinião:

"Dragões de um Crepúsculo de Outono" é o primeiro livro da trilogia "As Crónicas de Drangonlance", uma das mais famosas sagas de fantasia de sempre da autoria da dupla Margaret Weis e Tracy Hickman.

Cinco anos depois de se separarem, para averiguarem se os estranhos rumores que ouviram eram verdadeiros, um grupo de amigos reúne-se na Estalagem do Derradeiro Lar em Solace. Ao entrarem em Solace notam logo que a mesma também mudou, o que vem aumentar os seus receios, porque os rumores de guerra e sobre a corrupção dos Seguidores eram verídicos. 



Na estalagem, um homem idoso que está a contar histórias a um grupo de crianças, pede a uma jovem mulher do povo das planícies para ela contar também uma história, mas em vez disso ela canta, mas a canção desagrada ao Alto Teocrata por fazer referencias aos deuses antes do Cataclismo. O grupo de amigos decide ajudar os dois desconhecidos e a partir daí rumam juntos à perigosas aventuras.

O grupo é composto por Tanis, um meio-elfo que é o líder do mesmo, Raistlin um jovem mago, Caramon guerreiro poderoso irmão gémeo de Raist, Flint anão rabugento que se acha velho para aventuras, Sturm um cavaleiro de Solamnia, Tasslehoff um kender que diz não ter medo de nada. Ao qual se juntaram Lua Dourada, filha de um líder tribal da Abanasinia e o Vento do Rio, um guerreiro e seu amado.


Escrito num estilo claramente dirigido a um público jovem e amante de videojogos e com alguns clichés do género, num enredo onde sentimos que as principais personagens conseguem sair incólumes de todos os perigos que enfrentam e resolver todos problemas em que estejam envolvidos, não deixa de ser um livro que gostei de ler. 

Irei continuar a seguir com atenção os livros da saga. 

Avaliação: 8-10
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