7 de novembro de 2010

Os Bárbaros de Humberto Oliveira


Sinopse:

"Lá no alto, sobre os restos caducos daquilo que um dia se chamou "humanidade", paira hoje uma abóbada celeste entabuada.
A chuva cai. Os dias são negros e iguais. Sempre iguais. As terras estão vazias, despidas de gente. 
Edificações desabaram. Populações desapareceram. Povos extinguiram-se, como sementes queimadas, como vento passageiro de prazo expirado. O ano? Há muito tempo atrás. Numa era esquecida. Contudo, para Alexx Kajih, um sobrevivente desse holocausto que resiste no limite das forças, um sonho ainda é força motriz que o instiga avante.  E enquanto esse sonho perdurar... a esperança viverá nele".



5 de novembro de 2010

Percy Jackson e o Mar dos Monstros

Sinopse:


O ano de Percy Jackson foi surpreendentemente calmo. Nenhum monstro se atreveu a colocar os pés no campus da sua escola em Nova Iorque. Mas quando um inocente jogo do mata entre Percy e seus colegas se transforma numa disputa mortal contra um grupo de gigantes canibais, as coisas ficam... digamos, complicadas. E a inesperada chegada da sua amiga Annabeth traz mais más noticias: as fronteiras mágicas que protegem a Colónia dos Mestiços foram envenenadas por um inimigo misterioso e, a menos que encontrem uma cura, o único porto seguro dos semideuses tem os seus dias contados. Nesta emocionante e divertida continuação da série iniciada com Os Ladrões do Olimpo, Percy e seus amigos precisam se aventurar no mar dos Monstros para salvar a Colónia dos Mestiços. Antes, porém, o nosso herói descobrirá um chocante mistério sobre sua família — algo que o fará questionar se ser filho de Posídon é uma honra ou simplesmente uma piada de mau gosto.

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4 de novembro de 2010

Opinião - "Escritos dos Ancestrais"


Sinopse:

"A Presença lança um novo autor de língua portuguesa, do género fantástico. Na sua obra de estreia, Rodrigo McSilva recorre a uma multiplicidade de personagens e divindades das mitologias nórdica, celta e indo-europeias, que interagem numa história alternativa em que o mundo é simultaneamente habitado por deuses, raças desaparecidas, heróis míticos e humanos. Até ao dia em que o Ente Uno, o Juiz do Tempo, indignado pela perfídia dos deuses, decide pôr fim a esta realidade e afastá-los uns dos outros. «Que a linha do tempo seja doravante como um punhal, mas com duas faces, esquerda e direita, que jamais se verão». Assim os condenou a uma estéril dualidade. Os mortais habitariam o «gume terrestre», desenvolvendo a ciência e a técnica, mas trablhando na dúvida e na incerteza, enquanto os deuses e os que os haviam seguido habitariam o invisível «gume de odelberon» numa eternidade imutável. Cada lado ficaria sujeito às leis dos respectivos universos. Havia porém uma vaga esperança, a longínqua promessa de que, ao fim de vinte mil anos, os dois gumes, agora separados se reencontrassem... Esta extraordinária aventura ficou registada pelos inúmeros escribas que ao longo das eras foram registando os seus sucessivos capítulos."

Opinião:


Antes da opinião queria mencionar que ganhei este livro num passatempo feito pelo Rodrigo McSilva no seu blogue dedicado ao livro. O que me fez poupar algum euros! E queria também agradecer ao Rodrigo a simpática mensagem e o autógrafo que deixou no livro.

Este livro aborda diversas mitologias desde da nórdica, grega, eslava, celta e até a lusitana.
Eu como sempre foi um apaixonado por mitologia em principal a grega, romana e a nórdica, achei este livro extremamente interessante e que o autor conseguiu conjugar muito bem as diversas mitologias.

A história começa com o Ente Uno, que está zangado com os deuses, a separar os mortais dos deuses em dois gumes diferentes. Os humanos ficam no "gume terrestre" e os deuses vão para o "gume de odelberon".
No "Escritos dos Ancestrais" assistimos a migração dos deuses para o "gume de odelberon" e também o primeiro centénio que eles lá passam. Há também há figuras mitológicas como os elfos, gigantes, anões, centauros, minotauros, etc que seguem os seus respectivos deuses.    

Gostei muito de conhecer a mitologia lusitana que eu não conhecia e que agora fiquei com uma enorme vontade de aprofundar os meus conhecimentos sobre ela. Mas a cultura nórdica foi a que me mais atraiu neste obra.

O livro tem um bom ritmo e uma escrita fácil, mas a qual temos de prestar atenção as muitas personagens que aparecem e a sua cultura. Com excelentes descrições de ambiente, personagens muito boas e algumas descrições de batalhas bem conseguidas, este livro conseguiu agarrar-me desde das primeiras palavras.

Eu recomendo sem qualquer dúvida este livro a qualquer amante de um bom livro, e se gostar de fantasia e de mitologia ainda melhor!

Classificação: 9-10

Nota: Para uma leitura mais fácil aconselho a imprimir os mapas e o glossário disponível na página do autor.

3 de novembro de 2010

A Senhora de Shalador



Sinopse:
Durante longos anos, o povo de Shalador suportou as crueldades das Rainhas corruptas que reinavam, proibindo tradições, punindo quem se atrevia a desafiá-las e forçando muitos à clandestinidade. 
Pese embora os refugiados tenham encontrado abrigo em Dena Nehele, nunca conseguiram considerar esse lugar como a sua terra. 
Agora, depois da aniquilação dos Sangue deturpados de Dena Nehele após a purificação, a Rainha de Jóia Rosa, Senhora Cassidy, assume como seu dever restaurar a terra e dar provas das suas capacidades como soberana.
Ciente de que para assumir tal tarefa irá precisar de todo o ânimo e coragem que conseguir reunir, invoca o poder dentro dela  que nunca fora posto à prova, um poder capaz de a consumir caso não consiga controlá-lo. 
Ainda que a Senhora Cassidy sobreviva à sua prova de fogo, outros perigos a aguardam. 
Pois as Viúvas Negras descortinam nas suas teias entrelaçadas visões de algo iminente que irá mudar a terra – e a Senhora Cassidy – para sempre.

Segundo o site www.wook.pt o livro saí no próximo dia 12 de Novembro, uma boa notícia para os apreciadores da Anne Bishop.

Primeiras aquisições de Novembro


Novo título da Coleção TEEN que regressa e volta a surpreender com os melhores livros juvenis adultos.

Num Império onde as avatares da Senhora da Sabedoria são tão respeitadas como o próprio Rei e os cavaleiros são admirados pela sua bravura e honra, a paz prospera nas terras do Império dos Homens. Aheik, um jovem cavaleiro, tem sonhos que o levam para outra era, onde o seu nome é Eogan, marido da guardiã da Estrela de Narien. A Estrela de Narien é um artefacto que se julga perdido e cujo poder não tem limites. Se de facto existir e cair nas mãos erradas, poderá até destruir o mundo. Atormentado, Aheik procura compreender significado dos sonhos. Do outro lado do Império, Étaín, uma elfo enlouquecida pelo desejo de possuir a Estrela, cria uma aliança com o povo bárbaro das Terras da Perdição. E a partir desse a guerra ameaça todo o Império, devastado por sangrentas batalhas contra um povo mata por matar e destrói por prazer. Mas Aheik não está sozinho. O destino reserva-lhe as maiores surpresas: o amor, traição a amizade... Todo o Império depende de uns poucos heróis, e Aheik tem a sua própria cruzada pessoal.


Novo título da Coleção TEEN que regressa e volta a surpreender com os melhores livros juvenis adultos.

Com a capital do Império tomada pelas forças do mal e Kyran retido para lá das portas da cidade, toda a esperança parece perdida. Sabendo que tentarão recuperar o controlo da capital a todo o custo, a malévola Étaín recorre, uma vez mais, aos bárbaros Shatrus para impedir a perda da Capital. Mensageiros partem para os quatro cantos do Império, convocando os seus governadores para anunciar a morte do Rei e a subida ao trono do seu sucessor. Sob ameaça, os governadores não têm alternativa senão aceitar aquele que Étaín colocou no trono do Império. Agora, com o Império assegurado, apenas Aheik se atravessa no caminho de Étaín, na busca pela Estrela de Nariën. Disposta a tudo para se apropriar de tal poder, Étaín será mais do que Aheik poderá suportar. E morrerá às suas mãos se não tiver ajuda do seu lado. É então que um estranho fenómeno tem lugar perante o olhar de duas jovens. A Estrela de Nariën renasce trazendo consigo o poder que Étaín tanto ambiciona.


Romances históricos há muitos. Leia apenas os melhores - como os de Elizabeth Chadwick.

Inglaterra, 1148. Brunin é um rapaz de dez anos marginalizado pela própria família. Uma criança reservada, é atormentado pelos irmãos e desprezado pela avó autoritária. Numa tentativa de torná-lo um herdeiro de quem se orgulhe, o pai envia-o para a casa de Joscelin, Senhor de Ludlow, onde Brunin irá aprender as artes da cavalaria. Mas, antes que o consiga, terá que ultrapassar a insegurança e as dúvidas que sente sobre si próprio. Hawise, a filha mais nova de Joscelin, cedo forma uma forte amizade com Brunin. As alianças de família forçam o seu pai, com o jovem como seu pajem, a auxiliar o Príncipe Henrique na sua batalha pela coroa inglesa. Entretanto, o próprio Senhor de Ludlow é ameaçado pelo seu rival, Gilbert de Lacy. Enquanto prossegue a luta pela coroa e o rival se prepara para atacar, Brunin e Hawise cedem à paixão.
É então que as propriedades da sua família são atacadas e Brunin tem de mostrar o que aprendeu. Mas estará a jovem Hawise do seu lado, num mundo onde os poderosos raramente respeitam os ideais de cavalaria? Brunin terá que enfrentar o futuro com coragem... ou perder tudo.

2 de novembro de 2010

Amaldiçoado e o Rei

A floresta ficava cada vez mais sinistra com o começo da noite. As árvores pareciam estar vivas, como que se olhassem para os seus passos com curiosidade. Teon, o rei errante, continuava o seu caminho.
Com a noite já profunda, deixou que a lua iluminasse o seu destino. Sabia que estava perto do que procurava.
Ao longe, conseguiu distinguir um castelo. Parte estava em ruinas, mas havia vida naquele lugar. Como e porquê, qualquer mortal desconheceria, mas Teon não era um mortal.
Ao chegar, procurou a pedra com a marca da lua crescente. A velha feiticeira tinha dito que a marca seria a porta da descoberta. O vagabundo que já foi rei acendeu uma vela, gasta e curta, sua companheira de viagem. Durante o que lhe pareceu horas procurou a maldita pedra. Não sabia explicar, mas sabia que era aquele o lugar que procurava. Sentia dentro de si a morte que o chamava.
Violino, o doce som de um violino, tocado a um ritmo fantasmagórico, apenas assegurou o rei de que estava certo. Parecia que o desgraçado ainda estava a gozar com ele. Durante anos vagueou pela terra em busca do momento de vingança. Tinha chegado. Ou pelo menos chegaria quando encontrasse a pedra. As suas mãos trémulas e frias tocavam a terra quente e áspera. Roçavam todas as superfícies lisas em busca da marca, foi então quealgo despertou a sua atenção. No meio das sombras das árvores, um raio de luar reflectia,perfeitamente, uma lua na porta do castelo. “A marca seria a porta da descoberta” pensou ele. Baixou o capucho e deixou que a sua cara, deformada, entrasse em contacto com a brisa que refrescava a noite. Ao longe, um mocho piava agoirento.
Empurrou a porta. O chiar que esta produziu era certamente o que se podia esperar após tantos anos sem ser usada. Mas o mundo que ela apresentou, era tudo menos poeirento. Uma longa mesa estava posta, iluminada parcamente por velhas velas vermelhas. Como que se um banquete tivesse sido preparado para receber um rei. Com um sorriso, Teon percebeu a ironia. O rei errante recusou, no entanto, a oferta do seu rival. Não seria esta a sua última refeição.
- Sei que estás ai! Aparece – rosnou o rei sem coroa
Nada. Nem um som ao longe que permitisse saber qual o novo destino. Olhou com atenção à sua volta. Vários quadros com cenas de mortes estavam pendurados, tortos, nas paredes. Armaduras antigas estavam, impecavelmente, distribuídas perto das escadas.
Tudo aconteceu ao mesmo tempo, as velas que iluminavam a mesa explodiram, enchendo o ar com mil cores diferentes. Ao mesmo tempo que as cores distraiam Teon, duas das armaduras ganharam vida. Luzes vermelhas brilhavam dentro das viseiras das mesmas, era como se o seu desejo de estarem vivas, se tivesse realizado. Uma das armaduras estava armada com um escudo e uma lança, a outra não possuía escudo e segurava em ambas as mãos uma longa espada ferrugenta.
Quase amaldiçoando a sua sorte, o rei, preparou-se para o óbvio confronto que tinha à sua frente. Deixou cair o longo casaco preto que lhe conferia um ar misterioso, e arregaçando as mangas da sua camisa branca com folhos, iniciou o encantamento. Duas bolas de energia arcana brilhavam nas suas mãos. Apontou à armadura com escudo e provavelmente mais difícil de vencer. Se a primeira bola acertou o alvo pretendido, fazendo com que o mesmo perdesse o seu visor, já a segunda tentativa passou bastante ao lado. Agora, mais irritada que nunca, a fantasmagórica peça de armamento corria contra o errante, com a lança em posição de arremesso, lançou. O som que produziu ao cortar o ar era o som da morte. Mas o rei, que já estava morto, ergueu ambos os braços  numaprece rápida e um escudo verde protegeu-o da lança. Assim que a mesma caiu no chão, atacou com veemência o seu decepado oponente. Mais duas saraivadas de energia pura e o encantamento sobre a armadura passou.O segundo oponente, que tinha esperado honrosamente, atacou então. Rápido como o vento, estocava o vagabundo sem no entanto o conseguir ferir. Ofegante, o rei precisava de um espaço para repousar e preparar a nova ofensiva. Olhou para a mesa e teve uma ideia. Correu o mais rápido que pôde, saltando para cima da mesma, surpreendendo a armadura que ainda se virava. Com uma prece mais mental que verbal o rei viu as suas mãos ganharem um brilho vermelho, sem hesitar juntou ambas as palmas, encostou-as ao peito e lançou a morte sobre o seu oponente. Fogo no mais estado puro derreteu tudo à sua passagem.
- Clap, clap – Aplaudiu alguém no cimo das escadas – Não esperava tanto da tua parte velho rei – Ironizava a voz ao longe
Teon correu, subindo as escadas, dois degraus de cada vez, procurando a voz que há tanto tempo tinha esquecido.
- Onde está ela amaldiçoado? – Perguntou o rei – O que lhe fizeste abominação?
- Ora, ora! Um monstro chama monstro a outro. Sim senhor, palavras feias para um rei – mais uma vez ironizou o amaldiçoado – Não sei do que estás a falar velho tolo
- Da rainha que me roubaste com a ajuda do teu falecido mestre – Rosnou, louco de raiva, o errante.
- Ah essa mulherzinha – minimizou o agora mestre das poções – Quando me rejeitou, pela segunda vez, tive de lhe ensinar umas coisinhas.
- Não volto a perguntar, onde está ela? – Perguntou em tom de ameaça – O que lhe fizeste?
- Antes de mais, como foi que te tornaste um de nós? Abandonaste a coroa por aquela mulher insuportável? – Perguntou com um brilho verde cada vez mais intenso no fundo do seu capucho negro – Estúpido! Podias ter qualquer mulher viva, procuras a morta?
- Se bem me lembro, palmilhaste a terra anos a fio para teres uma hipótese com ela – relembrou o rei – Mas ao que parece, foste recusado novamente. – Disse com um sorriso arrogante no semblante deformado da sua cara
- E tu velho rei? Vendes a tua alma por uma mulher que te enganou até à morte? Ou é mesmo verdade que o corno é o último a saber? – Disse no meio de uma gargalhada maquiavélica o amaldiçoado –Sabes que mais? Não vale o esforço! Nem o que tive nem o que estás a ter. – Terminou o amaldiçoado
- Essa é uma escolha minha! – Gritou o rei – Onde está ela? – Quase que suplicou
Sem uma única palavra, o amaldiçoado encheu os pulmões de ar, fitou seriamente o oponente e ao libertar o ar que tinha dentro de si, um gás púrpura encheu a sala.
O velho rei, ao sentir o gás, caiu. Sabia que não podia morrer, mas também não era par para o mestre das poções. O que poderia ele ter bebido, os poderes que poderia possuir agora? Ninguém saberia ao certo dizer. Desde que tinha sido rejeitado, novamente, pela rainha que estava louco. Matou o seu mestre, roubou todos os livros secretos e fugiu. Consigo levou apenas a rainha, alguns dizem que aprisionada numa garrafa, outros dizem que dentro de um livro, em forma de página rasgada.
- Espero que ela te deixe tão louca a ti como me deixou a mim rei estúpido – Começou por dizer o amaldiçoado – Se procuras Smirlah, ao labirinto de Scaraca terás de ir. Mas não te iludas, lá, não encontrarás a salvação que procuras – Disse desaparecendo no meio do gás paralisante.
- Nunca irei desistir – Afirmou o rei num último suspiro antes do sono doce o envolver – Irei até Scaraca.

1 de novembro de 2010

Elizabeth Chadwick


Sombras e Fortalezas

Romances históricos há muitos. Leia apenas os melhores - como os de Elizabeth Chadwick.

Inglaterra, 1148. Brunin é um rapaz de dez anos marginalizado pela própria família. Uma criança reservada, é atormentado pelos irmãos e desprezado pela avó autoritária. Numa tentativa de torná-lo um herdeiro de quem se orgulhe, o pai envia-o para a casa de Joscelin, Senhor de Ludlow, onde Brunin irá aprender as artes da cavalaria. Mas, antes que o consiga, terá que ultrapassar a insegurança e as dúvidas que sente sobre si próprio. Hawise, a filha mais nova de Joscelin, cedo forma uma forte amizade com Brunin. As alianças de família forçam o seu pai, com o jovem como seu pajem, a auxiliar o Príncipe Henrique na sua batalha pela coroa inglesa. Entretanto, o próprio Senhor de Ludlow é ameaçado pelo seu rival, Gilbert de Lacy. Enquanto prossegue a luta pela coroa e o rival se prepara para atacar, Brunin e Hawise cedem à paixão.
É então que as propriedades da sua família são atacadas e Brunin tem de mostrar o que aprendeu. Mas estará a jovem Hawise do seu lado, num mundo onde os poderosos raramente respeitam os ideais de cavalaria? Brunin terá que enfrentar o futuro com coragem... ou perder tudo.



Filhas do Graal 

As mulheres descendentes de Maria Madalena possuem dons místicos que ameaçam os poderes estabelecidos. E agora a Igreja quer acabar com eles...

França, século XIII: Bridget cresceu aprendendo a controlar os dons místicos da sua antepassada Maria Madalena, cuja ininterrupta linhagem feminina manteve vivo um legado de sabedoria durante milénios. Mas agora, a todo-poderosa Igreja Católica jurou destruir Bridget por usar os seus talentos curativos e as suas habilidades naturais. O dever de Bridget de continuar a linhagem leva-a até aos braços de Raoul de Montvallant, um católico. E quando a intolerância selvagem da Igreja leva Raoul a rebelar-se, a intolerância cresce para uma ânsia de vingança que só poderá ser saciada com uma cruzada de sangue.




O Nó do Amor 

Uma maravilhosa história de amor em tempo de guerra, que irá apaixonar as leitoras.
No verão de 1140, Oliver Pascal regressa de uma longa peregrinação para encontrar a Inglaterra devastada pela guerra civil. Entre os sobreviventes que encontra está um filho ilegítimo do rei e Catrin, a jovem aia do rapaz. Viúva, altiva e impetuosa, esta tem muito em comum com Oliver. E quando parece que o destino talvez os vá juntar, eis que ele é feito prisioneiro e Catrin descobre que o seu marido afinal não morreu em batalha. Mas será que ela quer voltar para ele? Um romance histórico apaixonante, onde Elizabeth Chadwick nos mostra que mesmo com os perigos de uma época violenta e as convulsões de uma guerra contínua, o amor pode nascer e sobreviver.



O Leão Escarlate 

Amor, traição, vingança. O novo livro da romancista histórica mais vendida em Inglaterra.

A coragem e lealdade de William Marshal como cavaleiro ao serviço da casa real inglesa foram recompensadas com a sua união a Isabelle de Clare, uma rica herdeira de propriedades na Inglaterra, Normandia e Irlanda. Mas a segurança e felicidade do casal são destruídas quando o rei Ricardo morre e é sucedido pelo irmão João, que toma os filhos de Marshal como reféns e apropria-se das suas terras. O conflito entre os que permanecem leais e os que se irão revoltar contra as injustiças ameaça destruir o casamento de William e Isabelle e arruinar as suas vidas. William terá que optar por um caminho desesperado que o poderá levar à governação do reino. E Isabelle, receando pelo homem que é a luz da sua vida, terá que se preparar para enfrentar o que o futuro lhes reserva.