20 de abril de 2012

Opinião - O Inimigo de Deus



O Rei guerreiro trouxe paz às ilhas – Mas por quanto mais tempo?

Após uma vitória gloriosa no campo de batalha, Artur parece ter conquistado a união das Ilhas Britânicas. Agora terá de enfrentar as hordas invasoras dos Saxões, enquanto Merlim inicia uma demanda para descobrir os Tesouros Mágicos da Bretanha, na crença de que os poderes dos velhos deuses irão interceder a favor de Artur na batalha decisiva. 

Mas Artur esquece-se que os deuses amam o caos e cedo a frágil paz desmorona no momento em que velhas rivalidades irrompem e ameaçam destruir todas as suas conquistas. E no pior momento, os mais próximos de Artur preparam-se para a traição… 

Neste segundo volume da Trilogia dos Senhores da Guerra, Bernard Cornwell dá nova vida à lenda arturiana, combinando factos históricos, batalhas intensas e o velho mundo mágico de Merlim.
 


Opinião:

“O Inimigo de Deus” é o segundo volume da trilogia “Senhores da Guerra”. Esta trilogia é baseada nas famosas lendas arturianas. 

Como no anterior livro, a acção é relatada na primeira pessoa pelo irmão Derfel Cadarn, que na altura era um poderoso guerreiro ao serviço de Artur.

Artur é o regente do jovem rei Modred e o principal líder dos exércitos dos reinos bretões na sua luta contra os saxões invasores. Depois da difícil vitória conseguida no Vale do Lugg, Artur tenta convencer os bretões a unirem-se na luta contra os saxões, os quais ele considera os seus verdadeiros inimigos.

Merlin é um poderoso druida que luta contra o crescente poder do cristianismo na Bretanha. Ele empreende uma busca pelos tesouros mágicos dos druidas.

As descrições das batalhas continuam a ser um dos pontos fortes do livro, aprecio bastante que o autor tente escreve o livro da forma mais verídica possível mas como se compreende que os factos passados na altura dos factos sejam pouco conhecidos e misturados com séculos de mitologia e isso leva a que o autor tenha de os estudar profundamente.


Este livro foi sem dúvida uns dos melhores que li este ano. E a capa está simplesmente soberba.

Avaliação: 9-10
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