17 de dezembro de 2010

Critica "A Lança do Deserto"



Sinopse:

O Sol põe-se sobre a Humanidade. A noite pertence agora a demónios vorazes que se materializam com a escuridão e que caçam, sem tréguas, uma população quase extinta, forçada a acobardar-se atrás da segurança de guardas de poder semi-esquecidas. Mas estas guardas apenas servem para manter os demónios à distância e as lendas falam de um Libertador; um general, alguns chamar-lhe-iam profeta, que em tempos uniu a Humanidade e derrotou os demónios. No entanto esses tempos, se alguma vez existiram, pertencem a um passado distante. Os demónios estão de volta e o Libertador é apenas um mito… Ou será que não?

Opinião:


Neste livro conhecemos melhor o Jardir, o Shar'Dama Ka, líder e segundo os Krasianos é o Libertador prometido na luta contra os demónios. Ficamos a conhecer as suas origens pobres até a sua rápida ascensão ao poder.

No livro é aprofundada cultura e religião krasianas, que são muito diferentes da cultura do norte. Os krasianos estão dividas em três classes sociais. Uma militar, outra religiosa e a outra é quase escrava.

O Arlen, o Homem Pintado, torna-se cada vez mais forte mas com essa poder também é cada vez mais atraído pelo núcleo e sua a ajuda de uma pessoa e que ele consegue evitar esse destino.

Conhecemos também um novo tipo de demónio muito mais poderoso e perigoso, que é um príncipe nuclista. Que irá espiar os seus principais adversários (O Homem Pintado e Jardir) para averiguar as suas forças e fraquezas.

Num livro mais negro do que o anterior e com um ritmo de escrita elevado, para mim este livro é melhor do que o primeiro da saga. Recomendado!!

Avaliação: 9-10
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