3 de fevereiro de 2010

Sandor Clegane, o Cão de Caça


Infância:

Sandor Clegane é o irmão mais novo de Gregor Clegane. Ele é chamado de Cão de Guarda, em parte por causa do brasão da família (que têm três cães), e por outra devido a sua natureza selvagem e por ter uma obediência sem se questionar das decisões dos seus superiores. Ele é considerado como um dos mais perigosos guerreiros de Westeros, apesar de muitas vezes beber até desmaiar.
Quando era criança, Sandor sofreu uma grave queimadora na cara, provocada pelo seu irmão Gregor, por causa que o Sandor estava a brincar com um brinquedo dele.
Depois disso ele começou a odiar o fogo, o seu irmão e a hipocrisia do título de nobreza em geral.

Aparência:

Sandor é um homem muito alto e musculado. O lado esquerdo da cara está horrivelmente queimada. Ele tem uma cara magra, maças do rosto sobre saídas, olhos cinzentos e sobrolhos grossos. Ele tem um longo cabelo preto que penteia de modo a cobrir a secção onde não cresce cabelos. Ele não tem orelha esquerda, também tem inúmeras cicatrizes desde do olho esquerdo até ao maxilar, o osso encontra-se a vista em certas zonas onde a carne foi completamente queimada. Ele usa regularmente uma armadora sem motivos decorativos e um distintivo elmo esculpido em forma de uma cabeça de cão a rosnar.



Acontecimentos durante "As Crónicas de Gelo e Fogo:"

Gregor foi durante muito tempo o escudo ajuramentado (vulgo guarda-costas) do Príncipe Joffrey, que frequentemente chamava-lhe de Cão. Ele ganhou o Torneio do Mão, depois de ter salvado Sor Loras da ira do seu irmão Gregor. Enquanto estava a gastar o dinheiro ganho no torneio em bebidas ele enamorou-se por Sansa, mas ele estava sempre a gozar, por causa dos seus modos polidos, também chamando-a de "passarinho" que chilreava sobre comando.
Sandor depois foi promovido a Guarda Real, mesmo depois de se recusar tornar cavaleiro, e nessa nova função teve muitas vezes de vigiar e proteger Sansa.
Apesar da sua lealdade a Joffrey, ele defendeu-a muitas vezes da ira de Joffrey, sendo um dos poucos membros da Guarda Real que não-lhe agride. Ela luta heroicamente na Batalha da Água Negra, mas depois deserta, ao recusar voltar ao campo de batalha por causa do fogo-vivo (ele teme o fogo desde que foi queimado).
Antes de fugir, ele procura Sansa. Ele oferece-se a levar Sansa com ele, mas quando ela recusa, ele contenta-se com um beijo e uma canção.



Como vagabundo, ele é preso pela Irmandade sem Bandeiras, que também tinha Arya presa. A Irmandade mete Sandor a julgamento por causa das atrocidades cometidas pelas forças dos Lannister. Arya testemunha de quando ele matou Mycah sobre as instruções de Joffrey. Ele escolhe um julgamento por combate, onde defronta o líder da Irmandade, Beric Dondarrion, Beric lutou com uma espada ardente mágica, mas Sandor consegue derrotar-lo mesmo com o seu medo do fogo. A Irmandade liberta-o mas rouba todas as suas possessões.

Sandor vai-se embora, mas rapidamente volta para reclamar os seus ganhos no torneio a força, mas tropeça na Arya quando ela tentava fugir e resolve rapta-la em vez disso. Com a intenção de pedir um resgate por ela, ele tenta levar-lha para as Gémeas para pedir o resgate ao seu irmão Robb, mas chega durante o massacre chamado de Casamento Vermelho. Depois ele tentou levar Arya a outros membros da sua família, mas numa estalagem, eles encontram-se com três homens de Gregor, o que irá provocar uma feroz luta onde Sandor fica seriamente ferido. As feridas de Sandor infectam, e ele já não era capaz de evitar a fuga de Arya. Ainda destetando-o ela abandona-o e recusa-se a dar uma morte misericordiosa.




O destino de Sandor torna-se incerto depois deste ponto. O líder de um mosteiro perto alega ter enterrado Sandor depois de o ter encontrado a morrer nos bosques.
Ele leva o cavalo de Sandor para o estábulo do mosteiro. Contundo, há dicas que sugerem que ele poderá ainda estar vivo e que se terá juntado ao mosteiro.
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